Episódio #38

ENTÃO É NATAL. E O QUE VOCÊ FEZ?1 Neste episódio tivemos a participação de Lua Mota que é ilustradora e ativista pansexual. Fizemos uma retrospectiva do nosso ano, viajamos na bananinha e conversamos sobre orgulho pansexual e a dúvida que nunca cala: tem diferença?! Não seguramos as gargalhadas e já estamos saudosos com o hiato que começa hoje! Então, continuem nos acompanhando nas redes sociais e compartilhem os episódios do Bisão Voador com todes coleguinhes. Voltamos em janeiro de 2021 e desejamos boas festas e uma virada espetacular! Nos vemos em breve.

No Bi-Fi de hoje as dicas foram as seguintes:

Lua indicou o perfil de Thati Machado, autora e editora fundadora do selo “Se Liga Editorial”. Ela também fez a indicação da HQ “A Diferença Invisível” de Julie Dachez e Mademoiselle Caroline. Marguerite tem 27 anos, e aparentemente nada a diferencia das outras pessoas. É bonita, vivaz e inteligente. Trabalha numa grande empresa e mora com o namorado. No entanto, ela é diferente. Marguerite se sente deslocada e luta todos os dias para manter as aparências. Sua rotina é sempre a mesma, e mudanças de hábito não são bem-vindas. Seu ambiente precisa ser um casulo. Ela se sente agredida pelos ruídos e pelo falatório incessante dos colegas. Cansada dessa situação, ela sai em busca de si mesma e descobre que tem um Transtorno do Espectro Autista — a síndrome de Asperger. Sua vida então se altera profundamente.

Camila indicou o livro “Divinas Mulheres” de Ann Shen. As deusas vêm de todos os lugares do mundo. Algumas criaram tudo aquilo que conhecemos hoje; outras já existiam antes mesmo do próprio tempo. Embora suas histórias sejam diferentes, todas possuem algo em comum: essas mulheres inigualáveis encontraram a força dentro de si mesmas e são símbolos para os tesouros e valores que buscamos em nossas vidas. Nós crescemos ouvindo histórias sobre protagonistas corajosas e resilientes, cujas vidas fantásticas nos fizeram sonhar com paraísos e terras distantes. Ele também indicou o livro “A sonata perfeita” de Rose Tremain. Para Gustav Perle, a vida deve ser vivida com reserva, autocontrole e, acima de tudo, neutralidade. “Você precisa ser como a Suíça”, diz sua mãe. “Você deve manter-se forte e corajoso. Assim, viverá do jeito certo.” Crescer na Suíça após a Segunda Guerra Mundial em um apartamento apertado não é fácil. E na companhia de sua mãe, que não consegue nutrir nenhuma espécie de afeto especial por ele, é ainda mais complicado. Gustav quer viver a vida que sempre sonhou. A vida de Anton Zweibel, por exemplo, seu mais novo colega de classe, um menino judeu que sonha em ser pianista.

Na sequência, Zé indicou o perfil do ilustrador recifense Marquinhos. Vocês podem conferir as artes dele no Twitter ou no Instagram.

Por fim, Becky fez autoindicação como revisora textual e crítica de livros. Ela reforçou a necessidade que muitos autores independentes têm em relação à uma boa revisão em seus contos e livros. Se você se encaixa no público alvo, conversa com Becky. ❤

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