A verdade está muito amarga!

Oi! Eu sou o Zé e hoje eu estou agridoce, pois ume gótique feliz neste momento!

Pra quem já ouviu o novo episódio do Bisão: um beijo e um queijo. Pra quem dormiu no tempo: hoje eu tô aqui pra falar de coisa NOVA! Tô até arrepiado escrevendo o texto aqui, mas, FELIZMENTE, o hiato da banda Evanescence acabou e depois de 4 anos, hoje saiu (oficialmente) o álbum “The Bitter Truth” com doze faixas que vou tentar descrever de uma forma um tanto suspeita, mas com o amor todinho que eu tenho por essa banda que salvou o fim da minha adolescência.

O álbum começa com a música “Artifact/The turn“. Como já proposto no título, a música tem dois momentos. “Artifact” fala da sensação de ter alguém sempre por perto, de ver essa pessoa em qualquer lugar (e isso não necessariamente é bom). Já “The turn” aposta mais no eletrônico e sintetizadores, enquanto fala de um ponto de partida, de mudança ou de retorno ao que já se foi um dia. É um prólogo que casa muito bem com a identidade do álbum.

E já que todos bebemos de fontes deliciosas, a transição da primeira faixa para “Broken Pieces Shine” é de babar de amores e felicidade sonora (Obrigado, Green Day! Obrigado, Lady Gaga). E estamos falando de Evanescence, além do quê, o título da música sugere dor, trevas, aquela deprê de término, mas aquela certeza de que isso faz parte da vida. E como mamãe Amy Lee diz: Deixe todos os pedaços quebrados brilharem!

E então chegamos na música que promete ser uma das mais chicletes do álbum inteiro: “The Game is Over“. Será que eu preciso dizer que é uma versão melhorada de “Call me when you’re sober”?! Não, não preciso. Até porque a entrega é outra. Essa música tem níveis muito interessantes e a bateria é a mais agradável de todos os tempos. Certamente tá no meu top 3 só pelo fato de… ah! Ouçam! Eu não poderia dizer outra coisa além de QUE FALSETE GOSTOSO.

E então chegamos nela… na mais polêmica das músicas: “Yeah Right“. Tive que ouvir cinco vezes seguidas pra me acostumar e COMEÇAR gostar dela. Sim, sempre tem aquela difícil que depois pode virar um xodó (plot twist, tem uma que nem deveria existir). Rolou uma aposta numa pegada diferente que dá um foco absurdo no baixo. EU AMEI OUVIR O BAIXO DE FORMA PRIVILEGIADA. E, mais uma vez a bateria IMPECÁVEL. “Yeah Right” fala sobre pactos e se quiser saber o porquê, VAI OUVIR E ME DIZER QUE EU TÔ DOIDE!

Com “Feeding the Dark” dando continuidade, a gente consegue perceber que a banda tem uma identidade quase imutável. Em todo álbum temos algo mais denso e sombrio. E é assim, bebê: Você sabe que não pode mentir porque eu sei todos os seus segredos. Mais uma que entrou no meu top 3 facinho.

E começou meu atual xodó: “Wasted on You“. E aqui está a canção que te faz virar a cadelinha daquele crush que mal te corresponde. Daquele rolê platônico que todo dia te mata aos poucos porque tudo o que você queria era aquela boquinha na sua. Nela, temos aquela declaração que é mais um término e um pedido de DR ao mesmo tempo. E, finalmente temos a primeira citação do título do álbum: Parece que estamos congelados no tempo, estou embriagada de você. Só me dê a verdade amarga. À propósito: TEM QUE TER GOGÓ!

Enfim, “Better Without You” e eu só tenho uma coisa a dizer: SORORIDADE! Essa música me surpreendeu muito, Tanto em letra, quanto nos arranjos. Aliás, a melhor ponte do álbum inteiro. Não deixa nada a desejar. Principalmente com as viradas perfeitas da bateria. Dá um quentinho no coração *-*

O que falar de “Use my Voice“? Sério. Eu realmente ainda não sei dar comentários muito profundos sobre ela além de “perfeita e sem defeitos”. O refrão me faz querer ser uma pessoa melhor e mais corajosa. É nesse nível de deliciosidade. Segue: Afogue toda a verdade em um oceano de mentiras, me rotule de vadia porque me atrevo a traçar meu próprio limite. Queime todas as pontes e construa um muro no meu caminho, mas eu vou usar minha voz. Sentiu!?

E chegamos na música que nem deveria estar nesse álbum, mas nada é perfeito… “Take Cover” vem com uma pegada diferente da sequência crescente e parece quebrar a consistência do álbum. Ela não é uma música esquecível, só foi colocada em um lugar diferente e fica agradável a partir da segunda parte. Complica a ambientação de quem estava ouvindo outro álbum.

Far from Heaven” é uma primasia. Com vocais e piano impecáveis, ela fala daquele momento que estamos perdidos no escuro dos nossos pensamentos, da nossa própria alma. Daqueles instantes em que nos afastamos de quem nos quer bem e geralmente traz aquela luz de apoio num candeeiro do amor. E é mais uma em que Amy Lee come meu ** com as habilidades vocais. GZUS!

Part of Me” (alô Katy Perry) já chega com aquela premissa de que o álbum tá chegando ao fim. Ela fala de sobreviver apesar de tudo e traz mais uma vez um trabalho de bateria DELICIOSO. Sério. Pensei umas 300x em mandar a real pra Will Hunt e pedir esse neném em casamento. hahahahahahahahaha

E como tudo tem fim (E QUE FIM!), “Blind Belief” fecha com chave de ouro sintetizando tudo o que rolou desde o início até aqui. E, por mais que não pareça, a música fala de deixar de ser bobinho e entender que estamos construindo o futuro, apesar do medo de perceber que os nossos pais que estavam errados.

E se você chegou aqui e quer uma nota… Esta pessoa que vos escreve diria que, certamente, este álbum é perfeito, mas recebe um 8,5 pelas críticas à Yeah Right e Fake Cover. Se aconselho a ouvir??? É CLARO! Vamos todes sentir o calorzinho dessa dor de fim e recomeço.

E não deixem de nos acompanhar lá no Bisão Voador ou nas nossas contas pessoais pra saber o que estamos produzindo ou pra conversar bobagens (por favor porque eu milito quase todo dia, tô cansado). E é nessa que eu vou!!! Beijinho, beijinho. Tchau, tchau!

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