Episódio #61

Buenos días, buenas tardes, buenas noches, Manada amada! Estamos no episódio 3 da Parada do Orgulho na Podosfera e, dessa vez, nosses convidades especiais foram os(as) lindos(as) do Berro Podcast, do Sapajusta e LadoPan.

Além da conversa descontraída e superdivertida, tivemos, obviamente, o Bi-Fi com várias indicações maravilhosas! Segue o fio.

Becky pagou de cult na sua indicação, falando sobre o livro Anna Karênina, do autor russo Liev Tolstói. A história se passa em Moscou, em 1874, em que o enredo principal gira em torno do cerne da alta sociedade de uma Rússia Czarista em declínio, ainda com resquícios de sociedade feudal e altamente composta por uma classe crescente de campônios, chamados mujiques. Anna aparentemente possui tudo: uma família amada, beleza, riqueza e status, mas se sente vazia diante de um casamento sem amor com Alexei Alexandrovich Karenin. Ao conhecer o jovem Conde Vronsky, ela abdica do seu conforto para se entregar a uma arrebatadora paixão e enfrentar todo o repúdio da sociedade tradicional da Rússia Czarista.

Já Cibele recomendou MC Xuxú, uma cantora de funk de Juiz de Fora. Seu disco de lançamento se chama Senzala, onde o ponto comum dentre a mistura de ritmos ouvida é a crueza e a sinceridade com que ela escreve sobre sua vida. O nome do álbum veio da sua vivência, onde a artista diz: “A vida de uma trans na periferia é uma senzala“.

Lívia também sugeriu um livro, dessa vez, mais perto da gente. O mínimo para se amar, do autor Wigor Messias, que foi feito para dizer que está tudo bem errar aqui ou ali, fazer uma coisa ruim aqui e uma mais ou menos ali. Para dizer que está tudo bem seguir um caminho diferente. Ter um sonho diferente. Ter um sentimento diferente, desde que esse plano, essa vida, essa lista, esse “mínimo para ser amar”, sejam seus. Então quer dizer que sim, você se ama e é isso. 

Letícia indicou a Revista Lesbi, uma revista que se propõe informar com qualidade e de forma acessível mulheres lésbicas e bissexuais. Você pode encontrá-la facilmente nas redes e obter o seu conteúdo de maneira gratuita.

A recomendação de Victor também foi de artista: Laura Conceição, que é poeta e cantora, e faz um trabalho de poesia falada, apresentando ao mundo resistência e à luta da sociedade em uma apresentação Virtual preparada especialmente para o Arte da Palavra – 2020. Tempos Efêmeros é o seu primeiro CD de Rap e foi lançado em 2019, abordando temas sociais e cotidianos.

Só mais um capítulo, conto de Madu Machado, e Plurais: Uma antologia protagonizada por pessoas com deficiência (que por acaso a Madu Machado também faz parte) foram as indicações de Maris. A primeira história é sobre Giovanna, que foi largada no altar e todas as expectativas que havia criado para a sua vida foram jogadas no lixo. Porém, como a mulher determinada que é, decide focar em si e em seu trabalho, sendo que a chegada de Eva na cidade abala as suas estruturas!

Já, na antologia, são diversos contos sobre pessoas com deficiência, que raramente figuram nas mídias e até mesmo na vida real! Aliás, sobre elas não. Essas pessoas são as protagonistas de suas histórias, criadas para mostrar a todes que elas existem e são mais do que a sua deficiência: são plurais.

E, por último, o lindo, maravilhoso e cheiroso Zé recomendou a trilogia Clichês em rosa, roxo e azul, lançada pela Se Liga Editorial, e escrito por Maria Freitas. São histórias protagonizadas por personagens Bi, e todas são clichêzinhos para aquecer o coração. Ele também deixou a dica de conferirem os lançamentos pelo perfil do CadêLGBT no Twitter.

E é isso, meus amores! Não esqueçam ouvir ou de seguir os podcasts, videocasts, canais do YouTube e as redes pessoais de nosses convidades!

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Beijinhos e até a próxima!

Episódio #60

Olá, olá, olá, Manada! Em mais um episódio especial do Orgulho na Podosfera, estivemos com pessoas maravilhosas conversando conosco, falando um pouco das suas vivências – tanto pessoais quanto nesse mundo de podcast. E, claro, vieram trazendo dicas quentíssimas para o nosso Bi-Fi!

Rev, do Papo Incerto, mandou a seguinte dica: escutem o podcast dele! Como o nome já indica, é um programa “incerto”, pois o papo é sobre a pessoa convidada. Ou seja, uma enorme variação de conversas, muitas vivências, muitas risadas, muita coisa boa! Corre lá e dá uma ouvida.

Angresson, do Fajuscat, não foi nem um pouco tímido e indicou uma caralhada de coisas incríveis, começando pelos contos do nosso querido Zé, Um conto de Natal e Um novo começo, que são histórias curtas e muito boiolinhas, para quem adora romances clichês que deixam um quentinho no coração. Ele também indicou o conto de Becky, Apatia Escarlate, que se situa na cidade de Fortaleza e conta a história de dois vampiros: um que não aguenta mais estar vivo e o outro que só quer viver. De acordo com ele, reacendeu a sua vontade de consumir conteúdo com vampiros. Outro conto que ele indicou foi o de Lívia Ferreira: Carnaval Amarelo. Segue a sinopse: Margarida entrega um presente à sua filha de 11 anos e resolve lhe contar uma lenda: a boneca Emília acordará de 50 em 50 anos com a seguinte condição: deve ser um dia de carnaval. E mais: ela poderá continuar viva se encontrar o amor verdadeiro. Então, no aniversário de 61 anos de Anastásia, algo inesperado acontece: o carnaval volta à cidade e traz consigo várias surpresas e emoções. Você acredita no poder do amor? Se sim, até onde vai a sua imaginação?

Além dos contos, Angresson também indicou vários canais da Twitch:

Estudio Cusco: https://www.twitch.tv/estudiocusco
Transcurecer: https://www.twitch.tv/transcurecer
Carlos Bennoda: https://www.twitch.tv/carlosbennoda
Gossip John: https://www.twitch.tv/xoxo_gossipjohn

Fernando foi mais contido e resolveu que iria recomendar duas músicas: Levitating, da Dua Lipa, e Hung Up, da rainha do pop Madonna. De acordo com ele, são perfeitas para os momentos em que você está se sentindo para baixo e desanimado com a vida. Coloca as duas para tocar e vai com tudo!

Zé resolveu sair da vibe otaku sujo e sugerir a história Eu acredito em nós, de Thales Eduardo. Segue a sinopse: Ainda jovens, Denis e Rodrigo experimentaram o amor de forma intensa. Só que, mesmo tudo parecendo perfeito, a relação do casal acabou de forma abrupta, deixando marcas em ambos. Agora, algum tempo depois, o destino resolve uni-los uma vez mais. Esse reencontro será decisivo, revivendo sentimentos que estavam adormecidos e as feridas que os dois carregam até hoje.

Becky foi na onda da indicação de nacionais e falou sobre a HQ que havia acabado de ler: Luzia, adaptação da obra Luzia-Homem de Domingos Olímpio por Zé Wellington e Débora Santos. A história se passa durante A Grande Seca que aconteceu no sertão nordestino, e sua protagonista, Luzia, uma mulher forte, determinada e corajosa, tendo que viver no meio desse cenário devastador, sendo assediada por um policial e cuidando dos seus.

Por último, Yago, também se autoindicou, sugerindo que ouvíssemos o seu podcast, Cine Simples, que fala muito sobre cinema, sem ser pedante e metido a cinéfilo cult, e outras questões encaradas nas narrativas dos roteiros dessas obras. Além dessa indicação, teve a do livro Jacarés e lobisomens: dois ensaios sobre a homossexualidade, de Leila Nicole e Heberth Daniel. Segue a sinopse:

Através das experiências dos autores (as minhas?, e de tantos?) do sentido conhecer na pele e da mágoa, a opressão, que intuem compartilhar com tantos que ainda se calam. Se renegam a elaborarem projetos, a “estudar” a sexualidade ou mesmo propostas partidárias, nenhuma evocação a luta… se predispõem “a abrir os portais onde ninguém sofra, não venham a sofrer, as consequências da tragédia ou holocausto de um sexo triste…expondo-nos aqui nestes escritos, a experimentar todas as partilhas viáveis e necessárias para as partidas para a democracia…”

Escrevem sobre a multiplicidade dos sexos, procurando desvendar, derrubar fábulas de um bipartidarismo sexual que confunde sexualidade e genitalidade. Falam dos sexos que tem, que cada um tem: pessoal e intransferível.

E, por último, o reality show Legendary, da HBO, que é sobre competição de Voguing.

Ufa! Quanta coisa boa saiu desse episódio! E é isso, meus amores, não se esqueçam de seguir nosses convidades nas redes sociais e de ouvir ou seguir os respectivos podcasts!

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Episódio #59

Hello Hello Hello, Manada Amada! Este episódio faz parte do nosso especial “Parada do Orgulho na Podosfera” e integra a Campanha #AlémdoArcoÍris da Rede LGBTQIAP+ Podcasters. E, para celebrar a diversidade de podcasts, convidamos Amiel Vieira do Podcast Intersexo, Camilla Pedroza do Fala Potcha e Mila Vasconcelos do Songamongas. Nessa grande reunião, conversamos sobre nossas histórias de vida, produção de conteúdo em vários locais e demos dicas pra quem quer começar um podcast.

E, claro, cada ume deu uma dica para o Bi-Fi que foi totalmente perfeita! Vamos às indicações da semana:

Mila, mais conhecida como aquela do computador travado, indicou a série original Globoplay “Sessão de Terapia”. Ambientada em um consultório de psicanálise, a série acompanha o dia a dia de um terapeuta e os dilemas, dores e alegrias dos seus pacientes.

Já Amiel deu importantes dicas para quem quer conhecer um pouco mais sobre intersexualidade. Por isso, ele indicou o filme “XXY”. Este filme conta a história de Alex, que nasceu com ambas as características sexuais. Na trama, a família de Alex tenta fugir dos médicos que desejam corrigir a “ambiguidade genital” da criança, por isso, eles decidem mudar para um vilarejo no Uruguai.

Amiel também nos deu uma dica de ouro (e essa aqui é ótima pra quem quer conhecer o rostinho do nosso querido amigo) que foi o documentário “Amiel”, lançado em 2019 pelo Canal Futura, O minidocumentário é narrado em primeira pessoa e conta a história de Amiel, sociólogo e militante, que viveu sua infância e juventude em meio ao silêncio e segredo guardado por seus pais por 33 anos e a sua posterior descoberta como uma pessoa intersexo.

Seguindo as dicas de séries e filmes, Camilla nos indicou a websérie potiguar “Septo”. A websérie tem início a partir do reencontro de Malu e Raquel depois de oito anos do fim de um conturbado relacionamento. A websérie questiona temas como o momento artístico atual, a relação com tempo e com a morte, a pressão cotidiana e o ideal do amor perfeito. É uma ótima dica para quem procura histórias sáficas de boa qualidade!

Camilla também indicou o filme “Kiss Me”. Este filme Sueco, conta a história de duas mulheres (Frida e Mia) que se conhecem em uma festa de noivado, com aquele plot gostosinho em que os pais das protagonistas estão se casando (no caso, a mãe de Frida está prestes a se casar com o pai de Mia). A atração entre as duas é instantânea e põe o noivado de seus pais em questão.

Nossa amadíssima Becky deu a dica da antologia “Orgasmo Santo”, publicada pela editora Gosto Duvidoso. Orgasmo Santo é uma obra híbrida de ficção que reúne 14 contos eróticos da escritora cearense Kah Dantas e mais de uma dezena de ilustrações e HQs do artista plástico curitibano Bruno Marafigo.

Já Zé nos deixou com a dica da nossa ouvinte Vicky que foi o livro “Bi: Notas para uma revolução bissexual” da autora Shiri Eisner. O livro passou por financiamento coletivo para que pudesse ser traduzido e impresso e foi apoiado por 371 pessoas. O livro busca trazer uma perspectiva sobre a bissexualidade e todas as suas questões sociais. Ele trata também de assuntos de bifobia e até mesmo dificuldade de pessoas bissexuais dentro da comunidade LGBTQIAP+.

E pra finalizar com uma dica pessoal, Zé contou sobre o financiamento coletivo do “Gibi de Menininha” com sua versão “Apresenta” com os personagens Antônio, Carla e Dóris. Se você curte terror e putaria, aqui é o seu lugar! Mais dúvidas, sigam o perfil de Germana no Twitter

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Episódio #58

Hello Hello Hello, Manada Amada! Nesse episódio conversamos com o incrível ilustrador, Marcos – o mesmo que fez o desenho da nossa nova logo! Além de ser uma pessoa maravilhosa, ele topou conversar conosco sobre as dificuldades de trabalhar na sua área, os preconceitos que sofre, dicas para novinhes que tão começando e muito, mas muito sobre arte terapia e seus benefícios!

E, claro, deu uma dica para o Bi-Fi que foi totalmente perfeita! Vamos às indicações da semana:

Marquinhos indicou o livro A casa das estrelas: O universo pelo olhar das crianças, do autor Javier Naranjo, que é basicamente sobre a visão das crianças sobre as coisas da vida!

Sinopse: Ao longo dos anos, Javier Naranjo, professor e poeta colombiano, coletou definições que seus alunos do curso primário davam a palavras, objetos, ideias, pessoas, lugares e sentimentos. Os pequenos verbetes, reunidos no grande sucesso Casa das estrelas, oscilam entre o poético, o lúdico, o melancólico e o revelador. Poesia > É como estar cantando. amor > É quando batem em você e dói muito. guerra > Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz. adulto > Pessoa que, em toda coisa que fala, vem primeiro ela. eternidade > É esperar uma pessoa. tristeza >Tempo. tempo > É um relógio que move e move uma mão até que se cansa.

Lembra um pouco a premissa de Mania de Explicação, da autora brasileira Adriana Falcão e é um dos preferidos da nossa querida Becky que, por um acaso, foi totalmente ao contrário e indicou uma das animações mais badaladas do momento: Invencível, da Amazon Prime.

Ao fãs de quadrinhos e super-heróis, essa é uma série imperdível, que joga o manto do herói sob uma nova perspectiva – e você achando que não tinha mais como explorar esse universo! Aí vem Invencível e te dá um tapa na cara. Ou esmaga a sua cabeça, o que for melhor.

Sinopse: É uma série animada de televisão estadunidense de super-herói destinada ao público adulto baseada no personagem Mark Grayson, da revista em quadrinhos de mesmo nome criada por Robert Kirkman, sobre a vida um adolescente normal, filho do super-herói mais poderoso do planeta que, depois de muita espera, desenvolve seus poderes e passa a ser tutelado pelo pai. Mas nem tudo são flores, e Mark vai descobrir que essa vida de super-herói não é tão fácil quanto seu patriarca fazia parecer…

Vale muito a pena assistir e lembre-se: todos, mas TODOS, os episódios têm pós-créditos, um melhor que o outro!

Saindo dessa vibe de violência gráfica e muito gore, Zé, nosso amado que amamos amar, indicou uma das antologias da editora Se Liga Editorial, que foca em representatividade: Vozes Trans. Este livro é de contos, cada um com personagens, obviamente, trans, em suas vidas, amores, dores e tudo, sendo um grito de liberdade para um grupo que é sempre tão silenciado e apagado, ampliando suas vozes com uma das melhores formas: por meio da escrita.

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#3 Holy Bi-Ble

Manada, isso é a vida real ou apenas fantasia?! No novo episódio especial Bi-ble, falamos sobre um dos maiores ícones do rock mundial e que é erroneamente considerado gay. Sim! Freddynho Mercury era bissexual. O grande amor de sua vida foi uma mulher, e, ao morrer, ele estava praticamente casado com um homem (o casamento entre pessoas do mesmo gênero não era legal na época). Se quiser saber mais sobre, vá lá ouvir o episódio!

Enquanto isso, vamos às indicações do Bi-Fi dessa semana!

Zé indicou um livro muitíssimo fofo chamado “1+1 a matemática do amor”, dos autores Augusto Alvarenga e Vinícius Grosso.

Sinopse: Lucas e Bernardo são dois garotos, melhores amigos um do outro de toda a vida. De repente, recebem a notícia de que Bernardo irá se mudar com a família para outro país. Nesse momento, cada um a seu modo, percebe como valiosa era aquela amizade, algo que não queriam perder. Bernardo reage mal e se revolta. Lucas tenta transformar cada dia que resta com o amigo na melhor experiência de suas vidas. Ele escreve uma lista de coisas para fazer e pretende cumprir uma por uma, em todos os detalhes. Mas, a cada dia, o fantasma da separação os assombra com um cronômetro lembrando que o tempo se esgota e, ainda assim, os dois passam por grandes momentos juntos. Então os meninos percebem que há algo mais entre eles… um sentimento profundo, que não conseguem explicar e tornam todas aquelas experiências ainda mais intensas. Mas o que fazer com tudo isso quando se tem apenas 16 anos?

De acordo com Zé, é uma leitura muito gostosinha, e que vale muitíssimo a pena ter o livro.

Já Becky, ainda na sua pegada terror, indicou o filme trash “Final Girls”, que é não somente uma homenagem ao famoso “Sexta-feira 13” e a outros filmes de slash, como uma paródia muito bem escrita sobre eles. Além disso, o longa a fez chorar, pois trata de maneira muito boa sobre luto, superação e encontrar forças para seguir em frente.

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Episódio #57

Bom-dia, Boa-tarde, Boa-noite, querida Manada! Neste último episódio, Becky e Zé resolveram enfrentar um perigoso desafiante: os testes de internet que falam sobre sexualidade! E adivinhem? Eles são perigosos!

Para diminuir um pouco o ódio, vamos às indicações do BI-FI!

Zé continua otaku sujo e fedido, por isso indicou o reboot de Shaman King,

Shaman King é aquele que pode contatar o rei dos espíritos e remodelar o mundo. A cada 500 anos, os xamãs, que podem se comunicar entre os mundos dos vivos e dos mortos, competem na Luta do Xamã para se tornar o próximo Rei Xamã. Entre aqueles que almejam o topo está um jovem xamã chamado Yoh Asakura.

De acordo com Zé, é um excelente anime, e a versão reboot está mais bonita e mais encorpada do que a original, principalmente porque o autor disse que finalmente vai ter o final que sempre quis.

Enquanto isso, nossa querida Becky indicou seu primeiro conto lançado pela Amazon como autora independente! Depois de anos escrevendo informalmente, consertando o texto dos outros, revisando com afinco, estudando… Enfim, nossa bisinha teve coragem de se lançar no mercado editorial com o conto “Apatia Escarlate”, que debate sobre questões como vida e morte, e temos protagonismo vampírico em plena Terra da Luz: Fortaleza/CE! Os protagonistas dessa curta história são Nicholas, um vampiro centenário, e Beatriz, uma humana com ideações suicidas. Um não aguenta mais a morte e a outra só quer morrer. O que será que vai acontecer a partir desse encontro?

Quem quiser, pode adquirir AQUI! O lançamento oficial é apenas dia 17/05, mas nada te impede de ficar na expectativa.

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#2 Holy Bi-Ble

Alor, Manada Amada! Em mais uma comemoração ao aniversário de um aninho do Bisão, fizemos uma live superespecial no Instagram (se não viu, corre lá!) ao mesmo tempo em que gravamos este episódio! Sim! Gravação ao vivo, com a participação dos comentários de vocês. Simplesmente o paraíso! Falamos sobre a menina Anira, sua escalada para a fama, tuas polêmicas e sua bissexualidade, que pode ou não trazer desinformação, mas muita discussão com certeza.

E não podíamos deixar nosso quadro favorito de lado, o Bi-Fi!

Zé permanece no seu lado otaku sujo e recomendou o filme de Kimetsu no Yaiba (ou Demon Slayer, recentemente acrescentado ao catálogo da Netflix), “Kimetsu no Yaiba: Mugen Tren”, que foi um dos filmes mais assistidos no Japão, batendo o recorde de “A Viagem de Chihiro” de Miyazaki. Para encontrá-lo, você terá que voltar às suas raízes piratas, pois ainda não chegou ao Brasil – mas reza a lenda que esse mês aparece por essas terras.

Sobre o filme:

Kimetsu no Yaiba: Mugen Train retrata o arco do Trem do Infinito. Durante uma viagem de trem, Tanjiro Kamado, junto à irmã Nezuko e os amigos Inosuke e Zenitsu são atacados por uma das Doze Kizuki de Muzan Kibutsuji. Para a sorte dos jovens espadachins caçadores de demônios, o lendário Hashira das Chamas, Kyojuro Rengoku, está a bordo da locomotiva.

Já Becky não saiu da sua vibe terror e psicopatas, indicando o filme “O segredo da cabana”, que tem uma pegada que brinca com os estereótipos desse tipo de longa e extrapola no gore e na boa narrativa, com um final surpreendente!

Além disso, ela disse que todos deveriam assistir The Ripper, que é uma série documental britânica que você encontra na Netflix, e relata os eventos e as investigações sobre os assassinatos de 13 mulheres ocorridos em West Yorkshire e Manchester entre 1975 e 1980 pelo assassino em série Peter Sutcliffe. O documentário mostra os erros cometidos pelos policiais, desesperados sem saber como encontrá-lo, o machismo que envolveu as cenas dos crimes, em que todas as vítimas foram atribuídas como prostitutas, mesmo sem terem certeza – e, logo, a sociedade não se importava. É um bom estudo de caso, para quem tem interesse no tema.

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Episódio #56

Manada, peguem seus chapéus de festa, vistam sua melhor roupa, estendam suas bandeiras! O Bisão Voador está completando 1 ano de vida! E, para fazer desse momento mais especial, convidamos os maravilhosos, incríveis, lindos e cheirosos, Pirata e Fernando, do Nó Cego Podcast, para um papo sobre, adivinhem só! Avatar: a lenda de Aang e um pouquinho de Korra também. Conversamos sobre representatividade, masculinidade tóxica, o quanto o Fê ama o tio Iroh, sobre amadurecimento e muito mais!

E, claro, tivemos o bloco favorito de vocês, o Bi-Fi!

Nosso amado Fernando indicou o podcast “Fora do meio”, que também é do meio LGBTQIA+! Sempre bom dar aquela variada e ver/ouvir novas perspectivas, não é mesmo?!

Zé voltou para a sua vibe otaku e indicou “The Promised Neverland”, um anime que anda bem popular, na verdade, e já está com sua segunda temporada lançada! Você pode assisti-lo pela Netflix ou, se tiver, pelo Crunchyroll. A história é sobre um monte de crianças órfãs, que vivem na casa Grace Field (uma espécie de orfanato), mas mal imaginam que, na verdade, as coisas não são tão boas quanto elas pensavam…

Já Pirata foi para um outro extremo, indicando um talk show sobre um alienígena que se apaixona pela Terra (o que é muito vago, porque poderia até mesmo ser Lilo e Stich), disponível no Disney+, e o documentário O Renascimento do Parto, que possui 3 partes, todas pela Netflix.

Por último, Becky, que anda navegando em uma onda meio macabra, indicou os dois filmes da série de terror “A babá”, o primeiro levando o mesmo nome da série e o segundo “A babá: rainha do inferno”. Ambos são filmes bem trashs, com cenas gore exageradas, personagens calculadamente caricatos e carismáticos, e uma história simples, que não necessita de tanta atenção, de forma que possa se desenvolver bem o que realmente nos diverte: as mortes criativas e completamente impossíveis (ou sim)!

Não se esqueçam de seguir nossos ilustres convidados, Fernando e Pirata, além de irem ouvir o podcast deles – que possui algumas participações nossas em determinados episódios, o Nó Cego podcast!

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Até a próxima!

#1 Holy Bi-Ble

Alor, amada Manada! O Bisão Voador está perto de ficar mais velho e, para comemorar, fizemos um quadro quinzenal com “convidades” ilustres que fazem parte da nossa cultura BI e pouca gente se atenta! O primeiro a adentrar nesse quadro foi David Bowie, no qual falamos um pouco sobre a sua trajetória e importância. E, para coroar, demos ótimas indicações!

Zé, completamente inspirado, indicou The Man Who Fell to Earth, filme de 1976, britânico, dirigido por Nicolas Roeg e estrelado pelo nosso amado Bowie. O enredo baseia-se na história de um humanóide que fica rico entre os humanos ao vender sua tecnologia avançada. Errado não está!

Sua segunda indicação foi a obra completa de Sandman, do autor britânico Neil Gaiman, que usou a figura de Bowie para criar dois dos seres mais lindos desse universo: Lúcifer, a estrela-do-amanhã e Desejo.

A história é vista do ponto de vista de Sonho, um dentre os sete perpétuos, a representação antropomórfica do sonho, inicialmente preso por um grupo de humanos que almejava prender sua irmã mais velha Morte para que se tornassem imortais, mas falham e capturam Sonho.

Sonho (que também é conhecido como Morpheus, Sandman, Oneiros, (Lorde) Moldador, Kai’Ckul, senhor do sonho e vários outros em línguas já esquecidas) é o governante do Sonhar. Ele é um Pérpetuo – os Perpétuos (the Endless) são manifestações antropomórficas de aspectos comuns a todos os seres vivos: Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio. Os 7 perpétuos não são deuses, mas sim entidades além, responsáveis pelo ordenamento da realidade conhecida. Só sua existência mantém coeso o universo físico e todos os seres vivos. E todos os arcos giram, de alguma forma, em torno do Sonho, ou Sandman, e a construção de um modo novo de ver a vida.

Becky foi mais sucinta, e indicou o novo gênero literário criado por Alec Silva, Gabriele Diniz e Alan de Sá, com vários livros e contos lançados pela editora Corvus. Eis alguns deles:

1.A noite tem mil olhos: Coleção Carcarás (Alec Silva)

2. O sertão não virou mar: Coleção Carcarás (G.G. Diniz)

3.Morte matada: Coleção Carcarás (G.G. Diniz)

4.Abrakadabra: Coleção Carcarás (Alan de Sá)

5.Nós somos os santos de sangue durante a noite: Coleção Carcarás (Alec Silva)

6.Tudo que eles tocam…: Coleção Carcarás (Abel Cavira)

7.Sertãopunk: Histórias de um Nordeste do amanhã (Alan Sá, G.G. Diniz e Alec Silva)

Todos são ebooks, com preços bacanas e vale dar uma olhada nesse gênero criado por nordestinos, sob o olhar nordestino do que realmente significa ser dessa região – esquecendo toda aquela história de que vivemos na seca, só temos Lampião e os cangaceiros para criarmos narrativas.

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Episódio #55

E aí, manada linda do nosso coração! Chegamos a mais um episódio, dessa vez conversando com a maravilhosa Mariana sobre suas vivências como pessoa bissexual e indígena, e, para variar, acabamos nos perdendo um pouco na conversa e fomos parar em Anne Frank, talvez em pirocas e coisas do gênero. Vai ter que ouvir para saber!

No Bi-Fi houveram ótimas indicações, como sempre! Zé mandou ver indicando o Coletivo Tibira (@indigenaslgbtq), que trata sobre resistência e acolhimento da comunidade LGBTQIA+ indígena. Além disso, ele também indicou o EP da rapper Katú Mirim chamado “Nós”, que está disponível em diversas plataformas de streaming.

A nossa querida convidada, Mari, indicou dois Instagrans: um que faz e vende artes de bambu chamado Kumba.ru (@kumba.ru) e Alecrim Baiano (@alecrimbaiano), sobre gastronomia anticolonial!

E, por último, Becky, na sua onda nerd de HQs, indicou a leitura do arco “O longo dia das bruxas“, que faz parte do universo do Batman, pois logo irá sair o filme animado. A história se passa com um jovem Batman tentando descobrir quem é o Serial Killer chamado de Feriado que ataca apenas uma das mais poderosas famílias da máfia de Gotham.

E por hoje é isso, meus amores, não esqueçam de seguir nossa convidada nas redes sociais e não esqueçam de comprar muita peerok na Sexshop de Mari (@bikedebigode no Twitter ou @polensexshop_ no Instagram)!

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